sábado, 25 de abril de 2009

Como já vem sendo tradição, desde à alguns anos, durante as férias da Páscoa o terceiro ano realizou uma visita de estudo à Base Aérea nº4(BA4) na Terceira, Açores. Partimos no dia 6 de Abril do Aeródromo de Trânsito nº1 em C-130 pelas 10 da manhã chegando aos Açores três horas mais tarde. Chegados aos Açores embarcamos nos autocarros que nos levaram até aos alojamentos e de seguida nos levaram a uma viagem panorâmica pela ilha com direito a paragem na Serra do Cume, nas Furnas de Enxofre e no Algar de Carvão. Feita esta visita seguiu-se o jantar, "Clube de Sargentos" foi o eleito, um restaurante que, apesar do nome, de militar nada tem. Houve que saboreasse o peixe, mas as estrelas da noite foram os bifes à chefe bem regados com Gazela. Após o jantar a paragem foi no "Mexicano" onde se encontravam os demais e aí ficamos noite fora.
No dia seguinte começamos com uma visita guiada à Esquadra 751, à Torre de Controlo e à Rádio Lajes, durante a tarde visitamos o Regimento de Guarnição nº1, que é um regimento de grande importância histórica. À noite houve um jantar com a presença de um rancho folclórico local, com o qual fomos convidados a dançar, seguiu-se a festa com música e karaoke. No dia seguinte oportunidade para beneficiar da taxa de câmbio de euro para dólar e de alguns preços mais acessíveis no BX e no Shopette. Durante a tarde regressamos de C-130 para o AT1 donde seguimos para a Academia e daí para um merecido fim de semana de Páscoa.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Largada de Blanik




Dia 20 de Março pela primeira vez um MÍTICO não PILAV voou sozinho nos céus de Sintra. Já tinha feito bastantes voos, lá em cima já controlava a máquina relativamente bem, o problema eram mesmo as aterragens, teimava em não arredondar como devia ser, mas naquele dia a lição foi bem aprendida, finalmente percebi como aterrar com suavidade, como é próprio de um planador. Dois voos com boas aterragens, de seguida um momento de pura adrenalina, o corte de cabo à descolagem e estava pronto para voo solo, pelo menos quem o dizia era o “destemido e corajoso” Sr. TEN Coito. “Blanik 02, ready for departure” e lá fui eu para o ar sem ninguém no lugar de trás. Umas voltinhas e tal e depressa chegou a altura de entrar no circuito, bem já podia dizer que tinha voado solo (mesmo que me espatifasse na aterragem), felizmente não morri e lá consegui por o Blanik no solo sem estragos. Foi um dia para mais tarde recordar. “Agora que voaste planador, sabes porque é que as aves cantam”.
Pedro "Zóide" Rodrigues